Cherreads

Chapter 75 - 2° Andar (Saída da Caverna)

Bom nem tanto, devemos ter sido mais rápidos aqui que quando lutamos conta o goblin montado meses atrás. Claro que era apeibranbatalha deles e nos estamos bem mais fortes agora, mas ainda assim ficou com um gosto meio amargo na boca.

Os únicos pontos positivo desse embate foram as moedas de ouro (5 delas aliás) e a quantidade de Aether que conseguimos absorver.

–Uaau, eles eram pequenos, frágeis e irritantes, mas tinham tanto Aether assim?!! – Mav disse espantado, e ele não era o único.

–Acho que esses 5 tinham a mesma quantidade de Aether que 1 goblin montado, ou aquelas bichos com presas, qual era mesmo o nome... Ja-kali? – Anna perguntou sentido o atehrr passar pelo corpo dela.

–Javali Anna, uma espécie de suíno como os porcos pelo que deu pra entender. – Cali respondeu levemente irritada por não ter tido uma participação mais ativa na luta, e ainda assim recebendo a recompensa.

Eu gosto desse desejo dela de conseguir tudo ao trabalhar mas é fato que sem as ordens dela o teríamos vencido "tão fácil", teríamos vencido eventualmente mas teria sido mais cansativo que o necessário.

–Nao se incomode tanto, foque nas partes boas, agora sabemos que essas criaturas aladas são rápidas mas fracas e dão um aumento de Aether substancial não se preocupe tato com tecnicidsfes. – Mav disse depois de verixar a lamida de sua espada e facão predador na luz do tocha.

–Verdade, mas lembrem que ainda é cedo pra dizer que esse vai se insultado final da quantidade de Aether que eles oferecem. – eu disse os lembrando da teoria do eu mestre.

–Ah! É mesmo, isso é fácil de esquecer pela euforia. Foi mau. – Max disse depois de guardar os ganhos de nosso primeiro embate no 2 andar, o saco de itens dele era oque tinha mais espaço disponível.

Nos continuamos andando pela caverna por mais alguns minutos, encontramos outro grupo dessas criaturas aladas e acabamos com elas do mesmo jeito, mau levamos 1 minutos dessa vez, ah e agora conseguimos um cristal de identificação. Com ele analisamos os espólios dos dois combates e descobrimos o nome dessa criaturas.

[Asa de morcego vampiro pequeno

Tipo: material

Grau: comum

Descrição: um item comum conseguido ao derrotar um morcego vampiro pequeno, um mamífero alado noturno, pode ser utilizado em roupas (em grande quantidade) ou ingrediente em alguns tipos de poções.]

Agora sabemos que essas criaturas se chamam morcegos vampiros, uma espécie de mamífero voador que obviamente pelo nome se alimenta de sangue. Mas antes de chegarmos eu tive certeza que vi pelo menos dois dele mastigando umas centopéias pequenas. Então eles se alimentam tanto de sangue quanto de insetos?

(Kaio: sim, eu sei que na realidade morcegos vampiros não comem insetos, mas aqui não é o mundo real, e eles precisavam de uma fonte de alimentos pra quando não tivessem desafiantes né.)

Não importa, vencemos rápido e continuamos (infelizmente dessa vez não conseguimos moedas de ouro mas a quantidade de Aether que absorvemos continuou a mesma). Mesmo quando estávamos lutando com o segundo grupo de morcegos eu consegui sentir uma brisa vindo mais ao fundo, e não demoro muito para chegarmos ao fim da caverna.

Achei que assim que saíssemos não iríamos mais precisar da tocha improvisada, mas eu estava bem enganado. Do lado de fora estava sim mais iluminado que de dentro mas ainda estava escuro, com um céu carregado com nuvens de tempestade e uma neblina leve mas constante que não deixava você ver muito a frente de você.

Acho que eu conseguia ver uns 5 passos a frente, porém se eu tentasse ver mais além que isso só via contornos escurecidos pela neblina. Mesmo os ocasionais relâmpagos que apareciam não conseguia revelar muito doque tinha a frente.

Era um ambiente sombrio, úmido e levemente desolador, se eu tivesse vindo aqui sozinho estaria bem tentado a voltar. Afinal se sua melhor fonte de luz continuasse vindo de uma tocha e você precisasse lutar, ainda mais se seu estilo dependesse das duas mãos as coisas ficaram bem complicada bem rapidamente.

Bom isso seria se eu estivesse sozinho, felizmente eu ao estou. Mas acho que meu herói de pesar não se aplicava a todos.

–Ok nos já viemos, ja vimos e já lutamos. Que tal voltarmos e fazer um relatório depois dnecomver uma não comida quente em um lugar mais aquecido e acolhedor. – Max disse olhando de um lado para o útero da saida da caverna, agarrando com muita vontade a espada curta.

–E mais iluminado? – Mav perguntou com um leve sorriso de canto. Max deu um olhar mortífero ara o irmão.

–QUAL O PROBLEMA DE É SÓ ESTRATÉGIA BASICA!!!! –Max praticamnte berrou.

Era óbvio pra qualquer um que Max não gosto a nenhum pouco desse lugar, e eu até entendo. Não estamos aqui a muito tempo mas já consigl ver que é um lugar que dificilmente vai ter algum lugar de descaso como no primeiro andar. Mas esse jeito dele de abominar o ambiente escuro de todas as coisas...

'Bem inesperado.'

Quero dizer, ele não parecia nada hesitante no ataque aos goblins ontem (ou já fazem dois dias tecnicamente?, minha percepção de tempo as vezes falha).

'Embora talvez seja pelo simples fato de não sabermos nada das criaturas e animais que existem aqui. E esse medo do desconhecido que esteje aumentando o medo nele?'

(Kaio: consigo praticamente ver seus pensamentos pela sua expressão meu caro Connor. E pela expressão do Max eu te garanto, ele simpelismte tem pavor do escuro. Por que ele não hesitou em lugar contra os goblins.... porque eram goblins, e com tantas pessoas juntas ele deve ter achado que acabariam rápido... E deu noque deu.)

Max deu pequeno pigareio e diminuiu a voz.

–É bem mais fácil acertar quando você vê oponente caso não saiba, cabeça de terra. Não é mesmo Connor. – ele fosse tentado sair persuasivo e se virando com um sorriso brilhante na minha direção.

'Voce realmente jogou a responsabilidade encima de mim?! 😓'

Anna e Cali só balançaram a cabeça em vista de outra "gracinha" do Max. Mav só balançou a cabeça e encolheu os ombros, mas dava pra ver que ele se divertia com o pânico mau escondido do irmão. Antes que eu pudesse responder ouvi um som ao fundo.

*Grró-...óoó-...oó*

*shhh-shhh...*

Era um som baixo, dicilnde ouvir, mesmo eu não sei como consegui ouvi-lo.

–Tem alguma coisa se aproximando, se preparem. – disse preparando minha esposa em um mão e uma faca de arremesso na outra, os demais fizeram o mesmo. Luta era o jeito perfeita pro Max não se preocupar (tanto) com o ambiente a nossa volta (mas ele continua a a segurar com mais firmeza que o necessário a espada).

Lentamente da neblina eu consegui ver um vulto se formando, parecia ser uma pessoa concerteza, mas ela andava de forma capenga, como se um dos pés não estivesse funcionando. Também conseguia ouvir um leve chiado, como se alguma coisa estivesse sendo arrastada no chão. No passado é provavel que eu tivesse corrido pra ajudar, mas agora eu sei que nem tudo oque aparece uma coisa, realmente o é.

Fora que ainda estávamos na Provação (provavelmente, o ambiente aqui era tão diferente do outro "andar" que eu já não tinha certeza), então a certeza que uma criatura ou mesmo pessoa vindo de algum lugar dela ainda mais de um lugar desconhecido cautela é a palavra de ordem.

Demorou um pouco até que a figura ficasse totolemt visível e nos não gostamos nenhum pouco doque vimos. Era um homem, um homem morto. Se arratano em nossa direção com uma espada enferrujada e umida arrastando ao seu lado.

Os outros ficaram consideravelmente desconfortáveis vendo ele se aproximar, eu detestei.

Porque eu reconhecia o rosto parcialmente decomposto, mas principalmente por que reconheci a armadura enferrujada que ele usava. Aquele era um dos cavaleiros do Barão que tinha morrido na primeira expedição a Provação.

Se movendo novamente como um pedaço de carne podre.

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